terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

$$$ Dinheiro $$$


De acordo com o dicionário dinheiro é o meio usado na forma de moedas, notas (cédulas), na compra de bens, serviços, força de trabalho.

                        A palavra dinheiro é mencionada por todos, sem exceção.   Alvo de muitas discussões e análises fazendo  parte do dia a dia da dona de casa ao grande empresário, dos mais jovens aos mais velhos,  de todas as classes sociais.

                        Afinal, o que esta por trás desta ferramenta de troca utilizada em todo o planeta?

                        Esta discussão esta longe de uma conclusão exata como dois e dois são quatro, aliás, dinheiro (moedas e cédulas) tem valores específicos  de acordo com seu país de sua origem, e sua soma, multiplicação ou divisão apresentam um resultado exato.  

                        De acordo com a professora de finanças da FGV-RJ (Fundação Getúlio Vargas), Myrian Lund, dependendo do hemisfério cerebral que está mais ativo - o esquerdo ou o direito -, todo nós podemos nos enquadrar em três perfis de comportamento: operacional, analítico e sonhador.

                        A quem diga que dinheiro e emoção estão longe de se encontrar é uma questão de cálculo.

                        Já a autora Glória Maria Garcia Pereira, em seu livro A Emergia do Dinheiro, escreve: “Dinheiro é meio, instrumento ou energia da multiplicação para se chegar a um fim determinado pelo pensamento.   

                        O consultor financeiro, Gustavo P. Cerbasi em seu livro Dinheiro, os segredos de quem tem aborda com muita clareza que emoção e razão devem andar juntas no que diz respeito a planejamento financeiro, pois, a emoção é que impulsiona as realizações que a razão terá de mensurar.

                        E você! O que acha?                      

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

É Carnaval....

                                 Já que você precisa relaxar um pouco a equipe do Lidando com o Dinheiro,   trouxe uma marchinha  composta por  Ivan Ferreira- Homero Ferreira-Glauco Ferreira.
                                               Ei, você aí!
                                     Me dá um dinheiro aí!
                                      Me dá um dinheiro aí!

                                      Não vai dar?
                                      Não vai dar não?
                                      Você vai ver a grande confusão
                                      Que eu vou fazer bebendo até cair
                                      Me dá me dá me dá, ô!
                                      Me dá um dinheiro aí!” 



Cuidado com os excessos....
   Deixe seu cartão de crédito bem guardado”   






Se dirigir não beba e se beber não dirija”

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A DEFESA DO CONSUMIDOR BANCÁRIO NA JUSTIÇA

Nesses tempos de crise mundial, que reverbera nas vidas das empresas e das famílias, é relevante pensar nos modos em que serão enfrentados alguns problemas, como, por exemplo, os decorrentes de endividamentos com as instituições bancárias.


Num primeiro momento, há um sensacionalismo que seduz aqueles devedores que vivem em situações limite: nas quais se empresta de manhã para comer à noite, sem dimensionar com efetividade o impacto deste crédito no momento de realizar o pagamento do valor tomado.

É importante deixar claro que a magistratura paulista tem julgado com seriedade os casos em que constata a tentativa utilização do judiciário como meio para afastar ou postergar o pagamento de valores devidos, isso porque, existe um princípio no direito de que aos pactos devem ser respeitados. Além do que, é a inadimplência uma das causas do encarecimento do crédito ao consumidor.

De outro lado, em relação às diversas ilegalidades realizadas por instituições financeiras aos consumidores, igualmente os juízes vêm sendo sensíveis aos reclamos da sociedade, por se reconhecer que a parte mais fraca fica muitas vezes à mercê desses gigantes da economia. Alguns exemplos julgados pelo Tribunal de Justiça de São Paulo merecem ser comentados.

O primeiro diz respeito ao cliente que, ao realizar acordo com o banco, por não ter conseguido realizar o pagamento na data correta, por força de greve dos bancários, obteve o direito de consignar os valores em juízo, o desembargador relator Jurandir de Souza Oliveira decidiu que “o fato de algumas agências bancárias não terem aderido ao movimento de greve não significa que a recorrida tinha o dever de procurar, em verdadeira peregrinação, estabelecimento bancário que estivesse em funcionamento na data do vencimento da obrigação. [...] a apelada também não estava obrigada a efetuar o pagamento em casa lotérica” (TJSP 0007708-09.2009.8.26.0157 julgado em 11 de janeiro de 2012).

Em outro caso, o Tribunal de Justiça de São Paulo reconheceu o direito do cliente que contratou um empréstimo bancário e no mesmo dia resolveu rescindir o contrato, ou seja, desfazer a negociação. O desembargador relator Dimas Carneiro apoiou-se no princípio da boa-fé objetiva, previsto no Código de Defesa do Consumidor e no Código Civil, para reconhecer o direito do consumidor bancário de depositar o valor em juízo, dando quitação, porque se o cliente não utilizou o valor disponibilizado e tinha o direito de desfazer o negócio (TJSP 0001609-27.2010.8.26.0306).

O último exemplo, trazido neste texto é o da necessidade de informação a ser prestada ao cliente, a justiça decidiu que os bancos deve fornecer os contratos aos clientes, e que é ilegal a cobrança de comissão de permanência, se ela não for contratada (TJSP 9087896-84.2007.8.26.000).

Após esses exemplos, deve-se reconhecer que é necessário prestar atenção a todas as contratações bancárias, a fim de que o consumidor, nesses tempos de crise, não entre em situações de superendividamento. Se houver ilegalidade nos contratos, demonstrou-se, antes, que o judiciário paulista é, além de técnico e preciso, sensível aos reclamos da população.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Olá pessoal,

Na última semana, falamos sobre o ano novo e promessas velhas, pedimos que você relembrasse a sua história.

Trazemos um artigo de Luciano André de Carvalho, publicado na Gazeta Mercantil, em 11/01/2007, cinco anos se passaram e o texto continua atual.

Reflita. Forte Abraço. Até a próxima!!!!!
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Educação financeira em cada fase da vida
Não importa em qual etapa da vida o ser humano se encontre. A fórmula é a mesma: poupar um pouco dos recursos existentes, evitar gastos desnecessários e construir constantemente objetivos para serem alcançados. Tudo isso com disciplina. Buscar a harmonia entre investimento e consumo, tornando essa relação sustentável, ajuda na solução da equação acima. Consumo sempre existiu e continuará existindo, principalmente em cenários econômicos favoráveis como os que estão sendo traçados para os próximos anos. Esta relação estimula o crescimento, gera empregos, aumenta a renda das famílias e retorna para economia como investimento. Isso é saudável.
O que se deve criar é uma consciência para o consumo, o que acaba promovendo o pensamento para poupar. Como conseguir isso? Penso que a resposta correta passa pela educação financeira de maneira simples e com base em cada momento do ciclo de vida, em que as escolas, o mercado financeiro e o governo, entre outros, desempenham um papel fundamental.
Existem algumas frentes de atuação que podem ser exploradas com diferentes ações e prazos para atingir seus resultados. Para um grupo que ainda está na escola, em formação, e basicamente se encontram as crianças e adolescentes, é importante desenvolver a consciência de que o hábito de poupar deve ser praticado desde cedo para a realização de quaisquer objetivos, principalmente os de curto prazo. É a base da vida financeira, da formação da mentalidade do ser humano. O importante é tangibilizar estes objetivos (brinquedo, viagem, compra de roupas, computador, etc..), mostrando em cada fase da conquista, como isso foi alcançado. Os pais ou responsáveis devem ensinar os filhos a fazer escolhas e distinguir o que realmente precisam, mostrando desde cedo o valor das coisas. Exemplos pessoais, palestras em escolas, brincadeiras, delegar a gestão do gasto da 'mesada' e jogos de simulação são boas ferramentas que podem ser utilizadas.
Já na universidade e no início da vida profissional as expectativas são outras. A compra de um carro, estruturação do negócio próprio, cursos de especialização no Brasil e no exterior são objetivos que rondam esta fase da vida. A forma de lidar com o dinheiro se torna mais evidente. Seja uma pessoa mais consumista ou controlada, planejadora ou impulsiva, "desligada" ou atenta em relação ao dinheiro, o fato é que esta é uma passagem muito importante, pois por muitas vezes, os pais ou responsáveis deixam de fazer parte da geração de recursos, passando esta responsabilidade ao jovem. Ter uma base sólida ajuda a transposição deste desafio. Assessoria financeira, simulados de gestão de negócios, produtos financeiros direcionados a este público e acesso às informações simples são fatores decisivos neste momento.
Na fase adulta, viver mais e melhor, com melhor qualidade para si mesmo e para a família são os pensamentos existentes. Em muitos momentos, o pensamento deixa de ser individual e passa a ser coletivo, com responsabilidades de educação, saúde e alimentação, incluindo também momentos de lazer. Além disso, envelhecer com qualidade e com um padrão de vida adequado complementa estes pensamentos. O aumento da expectativa de vida e a queda na taxa de natalidade irão promover um novo cenário de aposentadoria para os próximos anos. Diante disso, o planejamento financeiro deve ser feito com bastante critério, pensando no momento atual e em qual será a expectativa de duração da aposentadoria, as atividades que serão exercidas e qual deverá ser a renda mensal necessária, incluindo a previdência social.
O trabalho para construção e consolidação da educação financeira é bastante árduo. Paciência e perseverança devem estar presentes em todos os momentos. O ensinamento e o acompanhamento devem ser constantes. Em cada fase da vida, a disciplina do controle de impulso, a utilização do bom senso e a demonstração da importância de evitar desperdícios devem ser encarados como atividades diárias , incluindo também os aspectos de sustentabilidade e ética.    (Gazeta Mercantil - Luciano André de Carvalho)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

2012 !!!!!! Já chegou!!!!!!!!!!!!!!!!!


Ano novo! Vida nova! Promessas velhas! Não queremos admitir, mas.... prometemos:  Re-iniciar na academia;  Fazer dieta;  Visitar um amigo que não vemos há tempos;  Gastar menos, poupar, não fazer dívidas........etc,etc,etc... Não é assim?! Então convidamos você a refletir! Já fez estas promessas outras vezes e não deu conta delas, ou melhor, iniciou e parou, iniciou e parou, iniciou e parou...... Vamos considerar nosso país, ao longo de sua história mudou sua moeda. Já sei!!! Você deve estar pensando... “Mas o Brasil é uma nação que envolve “n” assuntos e procedimentos” Você acertou, porém se analisarmos podemos verificar que nossas finanças são bem parecidas, só que, em menor escala. Então convido você a relembrar seu passado e verificar seus “erros” e modificar suas atitudes em relação as finanças para obter resultados diferentes aos que já obteve até agora. Abaixo segue um histórico da moeda de nosso país para ilustrar este comentário e pedimos à você, caro leitor que também faça um histórico de suas finanças para verificar onde elas poderão ser ajustadas. Um grande abraço e até a próxima!!!!!



sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Cuida do mais importante

Era uma vez um jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a outro rei de uma terra distante, recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada. O rei lhe disse: cuida do mais importante e cumprirás a missão. Pela manhã bem cedo sumiu no horizonte e não pensava em falhar, pois queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz pronto para desposar a princesa. Para cumprir rapidamente a tarefa pegava atalhos que sacrificavam sua montaria, e assim exigia o máximo do animal. Quando parava em uma estalagem deixava o cavalo ao relento, tampouco se preocupava em dar-lhe de beber ou providenciar alguma ração. “Assim meu jovem, acabas perdendo o animal”, disse alguém. “Não me importo”, respondeu ele. “Tenho dinheiro e se este morrer, compro outro; nenhuma falta fará.” Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal não suportando mais os maus tratos, caiu morto na estrada. O jovem simplesmente o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé, acontece que pelo caminho, devido ao lugar, não conseguiu arranjar outro cavalo, passando algumas horas, ele se deu conta do quanto o animal lhe fazia falta. Estava exausto e sedento deixando pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, sempre lembrando: “Cuida do mais importante”. Temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto da bota e caiu desfalecido no pó da estrada. Ao recobrar os sentidos encontrou-se de volta em sua cidade, salvo por mercadores. Imediatamente foi falar com o rei e contar o que havia lhe acontecido, colocando a culpa do insucesso nas costas do cavalo “fraco e doente” que recebera, porém, Majestade, conforme recomendação, cuidei do mais importante, aqui estão as pedras que me confiaste, não perdi uma sequer”. O rei muito triste o despediu, diante de seus argumentos e lhes entregou a mensagem tão importante. A mensagem do rei, dizia: “Ao meu irmão, o jovem que te envio é candidato a casar com a minha filha. Esta jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo, se o animal estiver forte e viçoso saberei que o jovem aprecia a fidelidade e força de quem o auxilia na jornada, se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido, nem um bom rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha, nem àqueles que o sevem.” Pode-se comparar esta história com o ser humano que segue sua jornada na vida tão preocupado com o exterior, isto é, com os bens, que tudo guarda como se fosse outro, esquecendo de alimentar sua alma e espírito com alegria e amor de Deus. Certamente não cumprirá a missão, já que não sabe o que é o mais importante.