segunda-feira, 5 de novembro de 2012

21/12/2012



Você acha mesmo que o mundo vai acabar?
             Em outras épocas já nos deparamos com este impasse.  O último foi com a chagada do ano 2000.  Nada ocorreu a não ser a mesma rotina, os mesmos costumes e hábitos.
          Ouvi muitas pessoas comentarem que irão fazer várias compras e depois não vão pagar, porque o mundo vai acabar!
               Então, se vai acabar, por que comprar?
               Dará tempo de usufruir?
          Temos escrito por várias vezes que finanças esta relacionada com comportamento e não é de matemática ou  planilhas financeiras das mais simples ás mais  complicadas.
        O uso do dinheiro está diretamente ligado a crenças e valores mostrando nossas deficiências e também nossos acertos de ponderação, determinação, disciplina para nos levar a uma vida mais tranqüila onde poderemos melhorar nossa qualidade de vida.
            O final do ano esta chegando e o 13º salário também.   Pense bem, antes de usá-lo, para pagar todas as dívidas e voltar ao velho comportamento de se endividar para o próximo ano.     Convido  você a fazer diferente.   Como?
          Reserve seu 13º para compras á vista, renegocie a antiga.  Faça um teste, pequeno que seja.    Procure fazer todas as suas compras á vista, se não forem possíveis todas,  vá treinando, comece com uma, duas e vá aos poucos revertendo este quadro.
          Outra dica é; inicie  anotando tudo o que gastar dia a dia, durante um mês, separe por tipo de despesa.   Você terá uma surpresa no final dos 30 dias de como gastamos o que não precisamos, por vários motivos.   Assim, terá o mapa ou  o caminho que seu dinheiro fez e você terá sua vida financeira nas mãos, podendo controlar e planejar  seus gastos..
Escreva para nós, poderemos responder suas dúvidas.

Até mais!
 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Os cinco verbos do dinheiro





          A escritora e consultora de riqueza Glória Maria Garcia Pereira, em seu livro “A Energia do Dinheiro”, nos orienta a pensar em 5 verbos nos auxiliando à refletir em nossas decisões financeiras no dia a dia.


   FAZER

           Pensamento é o fator da RIQUEZA.
          Não é o trabalho ou a herança que gera riqueza, mas o pensamento.

          Como fazer dinheiro?
§  Faça uma relação das suas habilidades.
§  Verifique o que você tem e não utiliza mais ou comprou e não gostou, não usa, você poderá vender ou trocar por objetos ou serviços que serão úteis.
  

  NEGOCIAR
          Comprar e vender

          O valor do produto ou serviço é uma livre negociação entre comprador e vendedor.
                O valor não está na mercadoria, mas é fruto da negociação.
                Todos os seres humanos já nescem compradores e vendedores.
                 §   Primeiro vamos ter que negociar com a família.
                 §  No orçamento doméstico, todos devem ser envolvidos, vamos analisar nossos gastos com, luz água, Internet, celular, supermercado, para que os sonhos de cada membro da família sejam respeitados e analisados na convivência familiar.


LUCRAR

          Neste mundo globalizado de trocas intensas a velocidade da circulação está acelerada.    Em cada negociação esperamos “lucro”.
Pequenos lucros, mas com grande numero de negociações.

          Pense em alguns comportamentos como, não fazer questão das pequenas quantidades, lembre: “uma caminhada inicia com um passo, logo, guardar dinheiro pode iniciar com R$ 1,00. 
          Temos o hábito não de não contabilizar pequenos gastos e são estes que poderão ser poupados,   como:
§  resolver a escolha da pizza  durante a ligação telefônica;
§  Levar sua garrafinha de água de casa e não deixar para comprar na rua pelo dobro ou triplo do preço;
§  Ir ao supermercado com fome, adquirindo vários produtos de pequeno valor sem necessidade;
§  Desprezar troco de moedas ou/e jogá-las em qualquer lugar e não mais encontrá-las;
§  Conferir o extrato bancário e os documentos que envolvem pagamentos .....

APLICAR

          Guardar dinheiro para uso específico no futuro, para realizar os SONHOS.

          Quem não tem sonhos, não tem motivo para viver.
          Começar a poupar para cada sonho, dando valor a unidade        R$ 1,00.
          Programar realização de sonhos, não é programar pesadelos. Nem é devanear.    

          Os sonhos, são individuais, um quer viajar, outro quer ter um carro...


INVESTIR

          É lidar com riscos, render mais que a poupança, aprendendo a lidar com risco e o prazer.
          Não é investir todo patrimônio correndo o risco de perdê-lo, mas aprender a investir no que gosta.
          Para iniciar não passar de 5 a 10% de cada ganho.

          Aplicações de longo prazo, bolsa de valores, pequeno negócio, imóveis, planos de previdência.

Aprender a conjugar estes verbos requer 
Ø  Autoconhecimento
Ø  Planejamento
Ø  Paciência
Ø  Perseverança
Ø  Conhecimento - informação
Ø  Disciplina
Ø  Disciplina
Ø  Disciplina

Você pode iniciar agora, até breve!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Tarifas Bancárias



    
     Quando começamos a observar realmente ossa situação financeira, percebemos que desperdiçamos muito dinheiro.
          Desta vez, vamos observar as tarifas bancárias.

   Por que os bancos cobram tantas tarifas?
          Por um motivo muito simples!  Este é o seu negócio.  Além de cobrar juros pelo dinheiro no financiamento, cheque especial entre outros produtos, ele cobra tarifas por qualquer serviço prestado.  Até ai nada de novidade.
          Os bancos são regulamentados pelo Banco Central  que através da  Resolução CMN 3.518, de 2007,  atualizada em 2010 pela Resolução 3.919, onde classifica em quatro modalidades os tipos de serviços em seus anexos. 

           Os serviços  essenciais são  aqueles que não podem ser cobrados da pessoa física.

          São eles:  Para conta corrente de depósito à vista:
a.    fornecimento de cartão com função débito;
b.    fornecimento de segunda via do cartão de débito, exceto nos casos decorrentes de perda, roubo, furto, danificação e outros motivos não imputáveis à instituição emitente;
c.    realização de até quatro saques, por mês, em guichê de caixa, inclusive por meio de cheque ou de cheque avulso, ou em terminal de autoatendimento;
d.    realização de até duas transferências de recursos entre contas na própria instituição, por mês, em guichê de caixa, em terminal de autoatendimento e/ou pela internet;
e.    fornecimento de até dois extratos, por mês, contendo a movimentação dos últimos 30 dias por meio de guichê de caixa e/ou terminal de autoatendimento;
f.      realização de consultas mediante utilização da internet;
g.    fornecimento, até 28 de fevereiro de cada ano, do extrato consolidado, discriminando, mês a mês, os valores cobrados no ano anterior relativos a tarifas;
h.   compensação de cheques;
i.      fornecimento de até dez folhas de cheques por mês, desde que o cliente reúna os requisitos necessários à utilização de cheques, conforme a regulamentação em vigor e condições pactuadas; e
j.      prestação de qualquer serviço por meios eletrônicos, no caso de contas cujos contratos prevejam utilizar exclusivamente meios eletrônicos.

                    Para conta de depósito de poupança:
a.    fornecimento de cartão com função movimentação;
b.    fornecimento de segunda via do cartão, exceto nos casos de pedidos de reposição formulados pelo correntista, decorrentes de perda, roubo, furto, danificação e outros motivos não imputáveis à instituição emitente;
c.    realização de até dois saques, por mês, em guichê de caixa ou em terminal de autoatendimento;
d.    realização de até duas transferências, por mês, para conta de depósitos de mesma titularidade;
e.    fornecimento de até dois extratos, por mês, contendo a movimentação dos últimos trinta dias;
f.      realização de consultas mediante utilização da internet;
g.    fornecimento, até 28 de fevereiro de cada ano, do extrato consolidado, discriminando, mês a mês, os valores cobrados no ano anterior relativos a tarifas; e
h.   prestação de qualquer serviço por meios eletrônicos, no caso de contas cujos contratos prevejam utilizar exclusivamente meios eletrônicos.
          Verifique suas necessidades bancarias e não pague por serviços que você mesmo faz pela internet e/ou autoatendimento.
          Consulte o site do Banco Central WWW.bcb.gov.br e você ficará informado sobre os tipos de tarifas.

Pense nisso!  Até breve.